Informe Unimed


Data: 21/05/2020

Informe Unimed

A Unimed Anhanguera informa a maneira como são feitos os diagnósticos para o novo coronavírus.

No mercado, há diferentes tipos de testes.

Para o diagnóstico da COVID-19 em sua forma aguda, é realizada uma coleta do material da narina e da boca. Este material é enviado a laboratórios parceiros, credenciados pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo. Então é realizado um exame chamado RT-PCR para detectar o novo coronavírus. Este método detecta fragmentos do vírus nas secreções, devendo ser coletado até o sétimo dia dos sintomas. Este exame é considerado o padrão-ouro para diagnóstico da doença.

Existem também os testes para novo coronavírus que detectam os anticorpos produzidos pelo paciente infectado. Dentro destas opções, como medida emergencial, há os testes rápidos. Eles são realizados através de coleta de sangue e executados em nosso laboratório. Apesar de ser um teste atualmente muito utilizado, ele não é o considerado de eleição para o diagnóstico da doença aguda, mas serve como marcador da pessoa que teve contato com o vírus. Deste modo os testes rápidos somente se tornam positivos após o oitavo dia de doença e, em pacientes que não tiveram sintomas, podem demorar mais tempo para positivar.

Por conta dessa diferença, algumas vezes o paciente realiza o exame com o teste rápido, acusa negativo e, após o exame padrão-ouro, acusa positivo, já que este último é mais eficiente, porém, mais demorado na sua realização.

É importante frisar que a equipe médica da Unimed Anhanguera não poupa esforços para realizar prontamente o diagnóstico dos seus usuários com sintomas da doença provocada pelo novo coronavírus. Assim, quando necessário, realizamos testes combinados, após avaliação detalhada caso a caso, para garantir a saúde do usuário e de sua família.




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